Nome: Anica Bittencourt Idade: 24 anos Localização: Curitiba, PR
Eu odeio dar pedaço de Sonho de Valsa para as pessoas porque eu tenho um sistema legal de comer, tirando camada por camada. E aí as pessoas mordem e esculhambam meu sistema, e isso me deixa puta.
Fico louca da vida também com barulhinhos de colher batendo no copo e gente mascando chiclete.
Isso obviamente me qualifica como uma pessoa de manias, e não negarei: sou cheia delas. Por exemplo, eu sempre calço primeiro o pé esquerdo, e no momento que estou colocando o sapato penso "Nossa, começar com pé esquerdo dá azar".
E eu não sei bem se é uma mania, mas eu costumo ser meio avoada para coisas que as pessoas normais chamam de "importantes". Até hoje não decorei meu cpf e com relativa freqüência esqueço o número do meu telefone, ou ainda que na verdade me chamo 'Ana Paula', e não 'Anica'. Então, para não pensarem que sou esse azedume todo, resolvi acrescentar coisinhas fofas ao meu respeito. Eu adoro sorvete de menta com chocolate, dias de chuva e dar apertões em gatinhos. Sou fã dos 'Rolling Stones' (embora tenha passado uns anos da minha vida achando que só se pode ser fã dos 'Beatles' ou dos 'Stones', nunca os dois juntos), mas sempre esqueço de citá-los como banda favorita, assim como faço com o '1984' do Orwell na hora de citar um livro que mudou meu mundo (porque livros mudam pessoas, que mudam mundos, né?). Enfim, foi tão difícil achar essas coisas fofas que eu começo a acreditar que realmente sou esse azedume todo.
Frank, queriducho! Obrigada por resgatar o véio Hellfire!
*Hellfire Club,quinta-feira, julho 14, 2005*
Gee. Acabei de escutar Kelly Key cantando... "Sou a Barbie Girl/Se você quer ser meu namorado/fica ligado, presta atenção/na minha condição/ é diferente, sou muito exigente" e fiquei cá pensando com meus botões, por que não rolou um crime passional seguido de suicídio na época em que ela andava com o Latino. Seria interessante: eles se matavam e conseqüentemente nos poupavam desses absurdos musicais.
(Nem eu agüento me ouvir!)
Se bem que não adianta atirar as pedras no casal como se eles fossem os únicos culpados pelo lixo que anda a música nacional. Sábado passado eu e o Fá estávamos assistindo o top 20 Brasil da MTV, e bem, foi triste a coisa. Entre lixos e mais lixos infelizmente a única coisa interessante é internacional, o System of a Down.
Dos brasileiros um show de mediocridade. Chorão um cara que congelou no tempo com seu Charlie Brown Jr. e poutz gente! O que é aquele 'Renata' do Tihuana? A música é uma bosta e o clip consegue ser ainda pior. A sensação que dá é que a música precisa urgentemente de uma chacoalhada. Do jeito que as coisas estão, prefiro continuar ouvindo minhas velharias.
(Vam'lá Caçulinha: O tempo paaassa, o tempo vooooa! E só os Bítos continuam numa bô-aaa!)
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Então, eu vi o Guerra dos Mundos. E descontando o fato de que o Tom Cruise força um pouco a barra na hora de interpretar o 'papai crianção', de que o filme é tão tenso que quando acaba você respira aliviado e de que sessão lotada de cinema é um saco (especialmente com umas perengas gralhando logo atrás de você), o filme é bem bom.
Acredito que parte das pessoas que não curtirão o filme será por causa do fim. Eu confesso que achei zilhões de vezes melhor (tragável) do que o de Sinais, por exemplo. E antes que eu me esqueça: a menininha, Dakota Something, pode ser muito bonitinha e tal. Mas taqueuspa, se eu tiver uma filha fresca como ela vai levar cascudo até aprender a virar gente.
(Grandão, né, filha?)